Jonas

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Mestre1523

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Vitrina

4
Cultura

The End of the F***ing World

Série britânica

Objeto

The End of the F***ing World é uma série de televisão britânica de humor negro. Baseada nos miniquadrinhos The End of the Fucking World, publicados entre 2011 e 2013 e criados por Charles Forsman, a primeira temporada, com oito episódios, estreou no Channel 4, no Reino Unido, em 24 de outubro de 2017. Depois disso, os episódios seguintes foram disponibilizados na plataforma All 4. A Netflix ficou responsável pela distribuição internacional e lançou a série globalmente em 5 de janeiro de 2018. A trama acompanha James (Alex Lawther), um jovem de 17 anos que acredita ser um psicopata, e Alyssa Foley (Jessica Barden), uma garota revoltada que vê em James uma chance de escapar de sua vida familiar conturbada. O elenco de apoio possui Gemma Whelan, Wunmi Mosaku, Steve Oram, Christine Bottomley, Navin Chowdhry, Barry Ward e Naomi Ackie. O criador da série, Jonathan Entwistle, entrou em contato com Forsman com a ideia de adaptar a história para um filme, e um curta-metragem foi produzido em 2014. Hoje, esse curta é considerado perdido, sem nenhuma forma de acesso on-line. Em vez disso, foi encomendada uma série com oito episódios, cujas gravações começaram em abril de 2017. O roteiro ficou por conta de Charlie Covell, e os episódios foram dirigidos por Entwistle e Lucy Tcherniak. Em agosto de 2018, a série foi renovada para uma segunda temporada, que estreou no Channel 4 em 4 de novembro de 2019. Depois disso, todos os oito episódios foram disponibilizados no All 4 e, no dia seguinte, internacionalmente pela Netflix. Antes do lançamento da segunda temporada, Covell afirmou que não havia intenção de produzir uma terceira temporada da série. A produção foi elogiada por seu roteiro, execução e temática, além das atuações de Lawther e Barden. As duas temporadas foram indicadas ao prêmio de Melhor Série Dramática no British Academy Television Awards, com a segunda temporada vencendo em 2020, além de ter recebido um Peabody Award em 2019.

FlambergaO portador atinge também os vizinhos do alvo.
ÉpicaQ30636463
8
História

Era vitoriana

Período da história britânica abrangente ao reinado da rainha Vitória (1837–1901)

Evento

Na história do Reino Unido, a era vitoriana foi o período do reinado da rainha Vitória, de junho de 1837 até sua morte em janeiro de 1901. Localiza-se entre o período georgiano e o eduardiano, e a sua segunda metade coincide com o começo da Belle Époque na Europa continental. Alguns estudiosos poderiam estender o início do período à aprovação do Ato de Reforma de 1832, como a marca do verdadeiro início de uma nova era cultural. Foi um longo período de paz e relativa prosperidade para o povo britânico, também conhecido como Pax Britannica, com os lucros adquiridos a partir da expansão e domínio do Império Britânico no exterior, bem como o auge e consolidação da Revolução Industrial e o surgimento de novas invenções. Tudo isso permitiu que uma grande e instruída classe média se desenvolvesse. Dos grandes nomes do pensamento moderno foram forjados na época: Charles Darwin e Sigmund Freud. Apesar dos seus impulsos de modernização na ciência, no mergulho do indivíduo e na dinâmica econômica, esta Era foi marcada também por rígidos costumes, moralismo social e sexual, fundamentalismo religioso e exploração capitalista. Ao final do século, as políticas do novo imperialismo levaram ao aumento de conflitos coloniais e posteriormente, à Guerra Anglo-Zanzibari e a Guerra dos Bôeres na África. Internamente, a política se tornou cada vez mais liberal, com uma série de mudanças graduais na direção de reformas políticas e ao alargamento dos direitos do voto. Durante a era vitoriana, a população da Inglaterra quase duplicou, passando de 16,8 milhões em 1851 para 30,5 milhões em 1901. A população da Irlanda diminuiu rapidamente, de 8,2 milhões em 1841 para menos de 4,5 milhões em 1901. No início da era vitoriana, a Câmara dos Comuns foi dominada por dois partidos, os whigs e os tories. A partir de 1850, os whigs são chamados de liberais e os tories ficaram conhecidos como conservadores. Ambas as partes foram lideradas por estadistas proeminentes, incluindo lorde Melbourne, Sir Robert Peel, lorde Derby, lorde Palmerston, William Gladstone, Benjamin Disraeli e lorde Salisbury. Em 1901, com a morte da rainha Vitória e a ascensão de Eduardo VII, iniciou-se a era eduardiana.

BibliotecaCompra três cartas.
ÉpicaQ182688
4
História

Chinese Empire

Imperial period of China from 220 BCE to 1912 CE

Evento

The Chinese Empire (traditional Chinese: 中華帝國; simplified Chinese: 中华帝国; pinyin: Zhōnghuá Dìguó), or the Empire of China, refers to the realm ruled by the Emperor of China during the era of Imperial China. The term was coined by western scholars to describe the Ming and Qing dynasties, and it may also refer to imperial Chinese dynasties in general. Another term was the "Celestial Empire", in reference to the status of the emperor as the Son of Heaven. In 221 BC, China was unified under an emperor for the first time, and various imperial dynasties ruled China for a total of two millennia since then, including the Qin, Han, Jin, Sui, Tang, Song, Yuan, Ming, and Qing, among others.

ProscriçãoDevolve à mão o ser adversário mais dispendioso e priva o adversário de energia.
ÉpicaQ12060881
3
Território

Argelès-Gazost

Comuna francesa

Terreno

Argelès-Gazost (em occitano: Argelèrs de Gasòst) é uma comuna francesa do departamento dos Altos Pirenéus, região dos Occitânia. Tem 3,05 km². Em 2010 a comuna tinha 3 070 habitantes (densidade: 1 006,6 hab./km²). A comuna faz parte da "região natural" e histórica do Lavedan, situada nos Pirenéus, na confluência dos gaves (ribeiras) de Pau e de Azun, a meio caminho entre Lourdes e Gavarnie. A vila atual resultou da fusão das antigas aldeias de Ourout e de Vieuzac. Servida por comboio desde 1870, Argelès foi um destino turístico termal muito popular durante a Belle Époque, no final do século XIX, o que é testemunhado pelo casino, pelo jardim à inglesa com 20 hectares, e pelas grandes e opulentas vivendas dessa época. A vila tornou-se uma espécie de réplica em pequena escala da cidade de Pau, que foi igualmente popular nessa época, que terminou com a Primeira Guerra Mundial. Atualmente as termas de Argelès continuam a ser procuradas para curar doenças de circulação e pulmonares e o turismo, tanto de inverno como de verão, é uma das principais atividades económicas locais. A antiga linha férrea, que ligava Lourdes a Cauterets e que passava por Argelès, é atualmente uma via de ciclismo.

MuralhaOs seres adversários perdem 8 % de Ataque.
LendáriaQ644665
5
Território

Hino nacional

Composição musical patriota que representa um país ou estado soberano

Terreno

Um hino nacional é geralmente uma composição musical patriótica que evoca e elogia a história, as tradições e as lutas de seu povo, reconhecidas pelo governo de um país como a canção nacional oficial símbolo do Estado, ou por convenção, através do uso pelo povo. A maioria dos hinos nacionais possuem o estilo musical de marchas ou música orquestrada. Os países da América Latina, Ásia Central e Europa tendem a peças mais ornamentadas e operísticas, enquanto os do Oriente Médio, Oceania, África e Caribe usam uma fanfarra mais simplista. Alguns países que são devolvidos a múltiplos estados constituintes têm suas próprias composições musicais oficiais (como no Reino Unido, na Federação Russa e na antiga União Soviética); as canções de seus constituintes são às vezes chamadas de hinos nacionais, embora não sejam estados soberanos.

FlorestaOs seus seres deixam de sofrer dano colateral.
ÉpicaQ23691

Estatísticas

121Vitórias classificadas
54 %Taxa classificada
226Partidas classificadas
48Vitórias livres
53 %Taxa livre
524Cartas distintas
658Exemplares
45Pacotes abertos
  • 227Comum
  • 82Incomum
  • 132Rara
  • 55Épica
  • 19Lendária
  • 7Mítica
  • 2Prisma