@jordanoffline
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Comuna francesa
Terreno
Villars-les-Dombes é uma comuna francesa na região administrativa de Auvérnia-Ródano-Alpes, no departamento de Ain.
Tenista francês
Ser
Richard Gasquet (Béziers, 18 de junho de 1986) é um ex-tenista profissional francês. Se aposentou em 29 de maio de 2025, após o Torneio de Roland Garros. Sua partida de despedida, foi na 2° rodada, com uma derrota para o então n° 1 do mundo, o italiano Jannik Sinner.
Assia Djebar, (em árabe: أسيا جبار) pseudónimo literário de Fatema Zohra Imalayen (Cherchell, Argélia, 1936 – Paris, 6 de fevereiro de 2015), foi uma escritora argelina de língua francesa. Autora de romances, novelas, poesia, ensaios, teatro e argumentos de cinema. A sua obra tem por temas centrais a emancipação feminina, a história, e a Argélia através das suas línguas e culturas. Assia Djebar é considerada uma das mais conhecidas e influentes personalidades da cultura do Maghreb. É membro da Academia francesa desde 2005.
Pamiers (em occitano: Pàmias) é uma comuna francesa na região administrativa de Occitânia, no departamento de Ariège. Pamiers fica na região natural de Plaine de Ariège, a 52 km a sul de Toulouse, 17 km a norte de Foix, 61 km a oeste de Carcassone e 72 km a leste de Saint-Gaudens. É importante cruzamento de vias de comunicação terrestres. Está edificada ao longo do rio Ariège, do qual derivam canais que cruzam o seu centro histórico antigo (inscritos desde julho de 1999 como monumentos históricos).
Acidente aéreo com um Airbus A330 da Air France no Oceano Atlântico em 2009
Voo Air France 447 era a identificação da rota aérea regular de longo curso operada pela companhia francesa Air France entre Rio de Janeiro e Paris. Tornou-se conhecido pelo acidente aéreo ocorrido durante o voo da noite de 31 de maio para 1 de junho de 2009, efetuado pelo Airbus A330-203, quando a aeronave caiu no Oceano Atlântico devido a indicações errôneas de velocidade e falhas de comunicação entre os pilotos. A aeronave estava com 228 pessoas a bordo (216 passageiros e 12 tripulantes). O avião, de matrícula F-GZCP, partiu do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão a 31 de maio de 2009, às 19h29min locais (22h29 UTC),1.1 e deveria chegar ao Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle 10h34min depois. O último contato humano com a tripulação foram mensagens de rotina enviadas aos controladores de terra brasileiros 3 horas e 06 minutos após o início do voo, pág 1/5 quando o avião se aproximava do limite de vigilância dos radares brasileiros, cruzando o Oceano Atlântico en route, seguindo para a costa senegalesa, na África Ocidental, onde voltaria a ser coberto por radares. Quarenta minutos mais tarde, uma série de mensagens automáticas emitidas pelo ACARS (Aircraft Communications Addressing and Reporting System ou Sistema Dirigido de Comunicação e Informação da Aeronave) foram enviadas pelo avião, indicando problemas elétricos e de perda da pressurização da cabine da aeronave, sem que houvesse outras indicações de problemas. Por não se confirmar a esperada aparição da aeronave nos radares senegaleses e não ter sido possível o contato com o controle de tráfego aéreo de ambos os lados do Oceano Atlântico, teve início uma busca pelo avião. Posteriormente, o Ministro dos Transportes da França, Jean-Louis Borloo, admitiu que "a situação era alarmante" e que a aeronave poderia ser dada como desaparecida já que, pelo tempo decorrido, teria esgotado suas reservas de combustível. Em 2 de junho foram reportadas observações aéreas e marítimas de destroços no oceano, perto da última localização conhecida do aparelho. À medida que as buscas continuaram, a França enviou o navio de pesquisa Pourquoi Pas?,[carece de fontes]? equipado com dois mini-submarinos capazes de realizar buscas a uma profundidade de 4 700 m. O Brasil enviou cinco navios para o local, dentre os quais um navio-tanque para prolongar as buscas na área. O porta-voz da marinha brasileira afirmou que a existência de destroços poderia ser um indício de haver sobreviventes. Na tarde de 2 de junho o ministro da defesa do Brasil, Nelson Jobim, confirmou a queda do avião no Oceano Atlântico, na área onde foram avistados os destroços. Na noite do mesmo dia, o presidente brasileiro em exercício, José Alencar, tendo em vista a localização do acidente em alto-mar, decretou luto nacional por três dias, em memória às vítimas da tragédia. A 3 de junho o Estado Maior do Exército francês confirmou que os destroços encontrados pertenciam ao Airbus desaparecido. Em 3 de abril de 2011, a agência do governo francês para investigações de acidentes aeronáuticos (BEA) anunciou que, após novas buscas no oceano, localizou e que iria recolher diversos destroços. Também foi anunciado que corpos foram vistos entre os destroços. A investigação inicial do acidente foi prejudicada tanto pela falta de testemunhas e rastreamento de radares, como pela falta das caixas pretas, localizadas dois anos após o acidente, em maio de 2011.