@nickyyoffline
Membro desde 8 de outubro de 2026
Ser
Líder político árabe e fundador do Islamismo
Abu Alcácime Maomé ibne Abedalá ibne Abede Almotalibe ibne Haxime (em árabe: أبو القاسم محمد بن عبد الله بن عبد المطلب بن هاشم; romaniz.: Abū al-Qāsim Muḥammad ibn ʿAbd Allāh ibn ʿAbd al-Muṭṭalib ibn Hāshim), mais conhecido somente como Maomé (em árabe: مُحَمَّد; romaniz.: Muḥammad, Mohammad ou Moḥammed (nascido em Meca, em data incerta, habitualmente apontada como 570 — falecido em Medina, 8 de junho de 632) foi um líder religioso, político e militar árabe. Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão. Para os muçulmanos, Maomé foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, Davi, Jacó, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, ele unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um califado que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica. Não é considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos, e o próprio Alcorão o estabelece. Nascido em Meca, Maomé foi durante a primeira parte da sua vida um mercador e pastor. Em resposta a esta pergunta sobre sua profissão, ele confirmou que era um pastor e citou dois lugares em volta de Meca onde costumava levar o rebanho. Em uma narração, ele disse: "Deus não enviou qualquer profeta, a menos que ele fosse um pastor de ovelhas". Tinha por hábito retirar-se para orar e meditar nos montes perto de Meca. Os muçulmanos acreditam que em 610, quando Maomé tinha quarenta anos, enquanto realizava um desses retiros espirituais numa das cavernas do Monte Hira, foi visitado pelo anjo Gabriel que lhe ordenou que recitasse os versos enviados por Deus, e comunicou que Deus o havia escolhido como o último profeta enviado à humanidade. Maomé deu ouvidos à mensagem do anjo e, após sua morte, estes versos foram reunidos e integrados no Alcorão, durante o califado de Abu Becre. Maomé não rejeitou completamente o judaísmo e o cristianismo, duas religiões monoteístas já conhecidas pelos árabes. Em vez disso, teria declarado que é necessária proteção a estas religiões e informou que tinha sido enviado por Deus para restaurar os ensinamentos originais destas religiões, que tinham sido corrompidos e esquecidos. Porém, isto de acordo com a Enciclopédia Judaica, Maomé tornou-se cada vez mais hostil aos judeus ao longo do tempo quando "percebeu que havia diferenças irreconciliáveis entre a religião deles e a sua, especialmente quando a crença em sua missão profética se tornou o critério de um verdadeiro muçulmano". Muitos habitantes de Meca rejeitaram a sua mensagem e começaram a persegui-lo, bem como aos seus seguidores. Em 622 Maomé foi obrigado a abandonar Meca, numa migração conhecida como a Hégira (Hijra), tendo se mudado para Iatrebe (atual Medina). Nesta cidade, Maomé tornou-se o líder da primeira comunidade muçulmana. Seguiram-se anos de batalhas entre os habitantes de Meca e Medina, que resultaram em geral na vitória de Maomé e de seus seguidores. A organização militar criada durante estas batalhas foi usada para derrotar as tribos da Arábia. Por altura da sua morte, Maomé tinha unificado praticamente todo o território sob o signo de uma nova religião, o islão.
Filmes baseados na série de livros homônima por J.K. Rowling
Harry Potter é uma série de filmes baseada na série de romances Harry Potter de J. K. Rowling. A série foi produzida e distribuída pela Warner Bros. Pictures e consiste em oito filmes de fantasia, começando com Harry Potter and the Philosopher's Stone (2001) e culminando com Harry Potter and the Deathly Hallows – Part 2 (2011). Uma série prequel derivada (spin-off) começou com Fantastic Beasts and Where to Find Them (2016), marcando o início da franquia de mídia compartilhada Wizarding World. Uma coprodução britânico-americana, a série foi produzida principalmente por David Heyman e tem como estrelas Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson nos papéis dos três personagens principais: Harry Potter, Ron Weasley e Hermione Granger, respectivamente. Quatro diretores trabalharam na série: Chris Columbus, Alfonso Cuarón, Mike Newell e David Yates. Michael Goldenberg escreveu o roteiro de Harry Potter and the Order of the Phoenix (2007), enquanto os roteiros dos demais filmes foram escritos por Steve Kloves. A produção ocorreu ao longo de dez anos, com o principal arco narrativo seguindo a busca de Harry para derrotar seu arqui-inimigo Lord Voldemort (Ralph Fiennes). Harry Potter and the Deathly Hallows, o sétimo e último romance da série, foi adaptado em duas partes de longa-metragem. Parte 1 foi lançado em novembro de 2010, e Parte 2 foi lançado em julho de 2011. Deathly Hallows – Part 2 está entre os 50 filmes de maior bilheteria de todos os tempos — na 20.ª posição, com US$ 1,3 bilhão arrecadados. É a quarta franquia cinematográfica de maior bilheteria, com US$ 7,7 bilhões em receitas mundiais.
Terreno
O caso Dreyfus foi um escândalo político que dividiu a Terceira República Francesa de 1894 até sua resolução em 1906. "L'Affaire", como é conhecido em francês, chegou a simbolizar a injustiça moderna no mundo francófono, e continua sendo um dos exemplos mais notáveis de um complexo erro judiciário e antissemitismo. O papel da imprensa e da opinião pública influenciou o conflito. O escândalo começou em dezembro de 1894, quando o capitão Alfred Dreyfus foi condenado por traição. Dreyfus era um oficial da artilharia francesa da Alsácia, de 35 anos, de ascendência judaica. Ele foi condenado à prisão perpétua por supostamente comunicar segredos militares franceses à Embaixada da Alemanha em Paris, e foi preso na Ilha do Diabo na Guiana Francesa, onde passou quase cinco anos. Em 1896, as evidências vieram à tona — principalmente por meio de uma investigação instigada por Georges Picquart, chefe da contraespionagem — que identificou o verdadeiro culpado como um major do Exército francês chamado Ferdinand Walsin Esterhazy. Quando oficiais militares de alto escalão suprimiram as novas evidências, um tribunal militar absolveu Esterhazy por unanimidade após um julgamento que durou apenas dois dias. O Exército apresentou acusações adicionais contra Dreyfus, com base em documentos falsos. Posteriormente, a carta aberta de Émile Zola, J'Accuse…! alimentou um movimento crescente de apoio a Dreyfus, pressionando o governo para reabrir o caso. Em 1899, Dreyfus voltou à França para outro julgamento. O intenso escândalo político e judicial que se seguiu dividiu a sociedade francesa entre aqueles que apoiavam Dreyfus (agora chamados de "Dreyfusards"), como Sarah Bernhardt, Anatole France, Henri Poincaré e Georges Clemenceau, e aqueles que o condenaram (os anti-Dreyfusards), como Édouard Drumont, diretor e editor do jornal antissemita La Libre Parole. O novo julgamento resultou em outra condenação e uma sentença de 10 anos, mas Dreyfus foi perdoado e solto. Em 1906, Dreyfus foi exonerado e reintegrado como major do exército francês. Ele serviu durante toda a Primeira Guerra Mundial, terminando seu serviço com o posto de tenente-coronel. Ele morreu em 1935. O caso de 1894 a 1906 dividiu a França em Dreyfusards, pró-republicanos, anticlericais e "anti-Dreyfusards", pró-Exército, principalmente católicos. Isso amargurou a política francesa e encorajou a radicalização.
Organização intergovernamental policial
Conceito
A Organização Internacional de Polícia Criminal, mundialmente conhecida pelo seu acrónimo INTERPOL (em inglês: International Criminal Police Organization, ICPO e em francês: Organisation internationale de police criminelle, OIPC), é uma organização internacional que facilita a cooperação policial mundial e o controle do crime. Sediada em Lyon, França, foi fundada em 1923 como Comissão Internacional de Polícia Criminal (CIPC); o nome INTERPOL serviu como endereço telegráfico da agência em 1946 e foi escolhido como seu nome comum em 1956. A INTERPOL fornece suporte de investigação, conhecimento e treinamento para a aplicação da lei em todo o mundo na luta contra três áreas principais de crime transnacional: terrorismo, crime cibernético e crime organizado. Seu amplo mandato abrange praticamente todo tipo de crime, incluindo crimes contra a humanidade, pornografia infantil, tráfico e produção de drogas, corrupção política, violação de direitos autorais e crime do colarinho branco. A agência também ajuda a coordenar a cooperação entre as instituições policiais do mundo por meio de bancos de dados criminais e redes de comunicação. A INTERPOL possui um orçamento anual de cerca de 113 milhões de euros (127 milhões de dólares), a maior parte fornecida através de contribuições anuais dos membros das forças policiais em 181 países. Suas operações diárias são realizadas pela Secretaria-Geral, composta por policiais e civis e liderada pelo secretário-geral, atualmente Valdecy Urquiza, ex-vice-presidente da INTERPOL para as Américas. Em 2013, a Secretaria-Geral empregava uma equipe de 756 representantes de 100 países membros. A Assembleia Geral, composta por todos os países membros, é o corpo diretivo, elegendo o Comitê Executivo e seu presidente — atualmente Lucas Philippe, de França — para supervisionar a implementação das políticas e administração da organização. A INTERPOL busca permanecer o mais politicamente neutra possível, a fim de cumprir seu mandato; portanto, seu estatuto impede a organização de realizar intervenções ou atividades de natureza política, militar, religiosa ou racial ou de se envolver em disputas sobre tais assuntos.